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Entenda as perguntas com IA

Você pergunta como perguntaria a um colega experiente, e a resposta vem com a fonte.

Pense num colega que está na empresa há 20 anos, leu todas as atas e sabe onde fica cada número. Você pergunta, e ele responde e mostra onde leu.

É isso que o chat da Unia faz. Ele só usa o que está no Cérebro e nos indicadores da sua empresa. Quando não sabe, diz que não sabe.

Unia · Chat da empresa

Por que a margem do produto X caiu em julho?

Caiu 4 pontos. Em 03/07 vocês trocaram de fornecedor por causa dos atrasos do anterior (decisão #42, aprovada pelo Paulo). O preço subiu 6% e o volume não acompanhou.

fonte: decisões/042.mdfonte: margem por produto

Passo a passo

  1. 01

    Você pergunta em português

    Do jeito que falaria: "por que o faturamento caiu de dezembro para janeiro?" ou "quem aprova desconto acima de 10%?"

  2. 02

    A IA procura no Cérebro

    Busca nas notas conferidas que você pode ver, pelo sentido da pergunta e também por nomes, siglas e códigos.

  3. 03

    E busca os números

    Quando a pergunta envolve número, a IA consulta os indicadores já definidos, com a mesma conta que aparece nos painéis.

  4. 04

    Responde mostrando a fonte

    Toda resposta cita a nota ou o indicador de onde saiu e até quando vão os dados.

Para quem quer os detalhes

Perguntas que costumam aparecer.

Dá para perguntar sobre números e comparar períodos?

Sim. Um exemplo: alguém pergunta "por que o faturamento caiu de dezembro para janeiro?". A IA busca o faturamento por canal nos dois meses e vê que a maior parte da queda veio dos distribuidores. Depois procura no Cérebro o que explica isso e encontra a decisão de reajustar os preços em 1º de janeiro, que fez os distribuidores anteciparem as compras para dezembro. Por fim, compara com janeiro do ano anterior para mostrar se a queda é normal para a época.

A resposta traz os números, a explicação e as duas fontes: o indicador de faturamento e a nota da decisão. Se o Cérebro não tiver nada que explique a variação, a IA mostra os números e diz que não encontrou o motivo.

E se a IA não souber?

Ela diz que não sabe, em vez de inventar. Se existir um número parecido, mostra e explica a diferença.

Cada pergunta sem resposta fica registrada. As que se repetem viram entrevistas com quem sabe, e o Cérebro aprende a responder.

Como vocês evitam que a IA invente?

Ela só enxerga notas que já foram conferidas pelo responsável da área. Não escreve consultas por conta própria no banco de dados: usa apenas indicadores com definição escrita.

Cada indicador pode ter um aviso, como "antes de janeiro os descontos eram lançados de outro jeito", e a IA leva isso em conta na resposta.

A IA vê tudo da empresa?

Não. Ela vê exatamente o que a pessoa que perguntou pode ver. O acesso ao chat também é liberado por grupo, pelo administrador.

Meus dados treinam a IA?

Não. Nenhum dado da sua empresa é usado para treinar modelos de IA, nem nossos nem de terceiros. Isso está no contrato.

Onde eu faço as perguntas?

No chat da plataforma, que fica disponível em qualquer tela e guarda o histórico das conversas. Ou no assistente de IA que a sua equipe já usa, como Claude ou ChatGPT, conectado à Unia por MCP.

Posso perguntar pelo Claude ou ChatGPT que já uso?

Sim. MCP é um padrão aberto para ligar assistentes de IA a outros sistemas, como uma tomada que serve em qualquer aparelho. Você conecta a Unia ao assistente que já usa, e ele passa a consultar o Cérebro e os indicadores da sua empresa quando a pergunta pedir.

Cada pessoa conecta com o próprio acesso. O assistente vê só o que essa pessoa pode ver, apenas lê (nunca altera nada) e cada consulta fica registrada. A resposta continua trazendo a fonte.

Dá para perguntar sobre um pedido ou cliente específico?

Sim, por exemplo "o pedido 1234 já saiu?". Esse tipo de consulta passa por um caminho único e fica registrado.

Fica registrado quem perguntou o quê?

Sim. A empresa tem um registro de acesso que pode exportar: quem abriu qual painel, quem perguntou o quê e quem consultou qual registro.